❝[…] É, talvez seja isso mesmo. Amar, amar, sentir saudade, amar mais um pouco, sentir mais saudade ainda e dobrar o amor, depois chorar, fingir sorrisos para disfarçar a dor, sentir saudade, amar muito mais, […] saudade, saudade, saudade, […] amor, amor, amor… […] Esbarrar em alguém na rua ou no colégio; ou até numa biblioteca; e o seu mundo girar; rodar e rodar; e você sentir sua mão suar bem devagarinho e seu corpo ficar gélido e suas pernas, fracas. Seus olhos inertes; cheios uma nova luz - um novo brilho-; e sua voz sumir completamente. […] É… Talvez seja isso… Amar alguém que te faz sentir tanta saudade que te mata aos poucos por dentro e mesmo assim, continuar amando - só que muito mais a batida do ponteiro no relógio -, mas depois o encanto acaba e você encontra um novo alguém que te passa toda a segurança que você precisa, todo o amor que você quer receber e todo o carinho para suprir meses, semanas, dias, horas, minutos e segundos de carência. […]